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Caiçara que não gosta de peixe, geminiana de fato; já foi meio loira, meio morena, meio ruiva, meio rouxinol. Está nos seus dezesseis e poucos anos, quer ser correspondente internacional e ama de paixão yakissoba.

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Indico: Depois dos quinze
O mundo sob o meu olhar



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Modificações:Larissa Bés


curiosos

Deus para a felicidade do homem, inventou a fé e o amor. Aí veio o diabo com sua inveja e fez o homem confundir fé com religião e amor com casamento.



Enquanto meus braços não são capazes de te alcançar contento-me com a certeza de que estamos sob o mesmo céu, e com a chance de estares olhando para a mesma estrela que eu. Vou fingir que estou beijando seus lábios e esperar que meus sonhos se tornem realidade. Eu sou um aeroporto. Chegadas e partidas são a única certeza na minha vida.

29 novembro, 2010
QUERIDA MAMÃE,




...as vezes, isso me machuca. Você nunca está contente com nada, reclama da cidade, das pessoas, da casa, de mim.
Não precisa gritar, eu não sou surda, muito menos os vizinhos. Eles não precisam saber o que você acha de mim. Hora diz “parabéns filha, você é muito inteligente”, outrora diz “sua burra, burra, burra”. Acho que a repetição do adjetivo não me torna mais, ou menos burra, só te “alivia”.
De onde estou agora, ao lado da janela, vejo uma árvore grande e bonita. Está distante, mas posso chegar lá. Há também, um muro e casas, que me impedem de vê-la por inteiro. Mas esta é a subida, eu vou continuar, estarei no topo, não irei desistir. Sei que deixei muito a desejar no ano anterior. Pisei na bola. Só quero que tente esquecer, jogue a sujeira na rua, porque acredite: eu mudei.
Mãezinha, entenda: quem revisa o passado, envenena o presente. Por favor, não envenene o nosso.
1 Comentários

1 Comentários:

Às 29 de novembro de 2010 às 20:31 , Blogger Luana S. Santos disse...

Essas mães, são todas iguais.
Só mudão de endereço.

bjs

 

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